domingo, 26 de abril de 2009

“atravessando as palavras há restos de luz“‏

A temporada de “atravessando as palavras há restos de luz“ vai prolongar-se por mais dois fins-de-semana, ao longo de seis sessões especiais nos dias 30 de Abril e 1, 2, 7, 8 e 9 de Maio (quintas, sextas e sábados), sempre às 21h30, no Teatro da Cerca de São Bernardo.
A boa receptividade alcançada junto do público, em particular na última semana de apresentações (que registou duas lotações esgotadas consecutivas), justifica esta opção da companhia.
A Escola da Noite
Teatro da Cerca de São Bernardo - COIMBRA
www.aescoladanoite.pt

quinta-feira, 23 de abril de 2009

6º Festival Audiovisual Black & White

O Festival Audiovisual Black & White está de volta pelo sexto ano consecutivo. A decorrer de 22 a 25 de Abril de 2009, na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, o B&W é um festival único no mundo, que celebra a produção artística a preto e branco, sendo reconhecido tanto a nível nacional como internacional.
http://artes.ucp.pt/b&w/2009/index.php

Grândolas: Bernardo Sassetti + Mário Laginha

Os dois pianistas portugueses voltam a juntar-se no projecto Grândolas, que recria o mundo musical e poético de José Afonso, numa tela de fundo jazzístico, a que não falta uma boa dose de improvisação.
Matosinhos, Cine-Teatro Constantino Nery - Av. Serpa Pinto
Dia 24-04-2009 - 6f às 22h00 - 10€

Tambores na Noite

A partir de Bertolt Brecht, a peça centra-se no herói falhado Andreas Kragler, que regressa a casa da guerra depois de ter sido feito prisioneiro e enviado para África. Nuno Carinhas encena-a para o Teatro Nacional São João, no Porto, de 20 de Março a 26 de Abril.
Kragler, o herói falhado, adere à Revolução Espartaquista, mas vai renunciar a tudo por um bem mais vulgar e menos heróico: a "grande cama, branca e larga". "Tambores na Noite" é a segunda peça escrita pelo dramaturgo alemão Bertolt Brecht e a primeira a ser encenada.
De 20-03-2009 a 26-04-2009 - Terça a sábado às 21h30 - Domingo às 16h00
7€ a 15€

Deus. Pátria. Revolução

O período salazarista é recordado neste espectáculo de teatro musical, que inclui ainda músicas do pós-25 de Abril. Do erudito ao popular, a música tem um papel de destaque de 23 a 25 de Abril no Teatro Carlos Alberto, no Porto.
A dupla de criativos Luís Bragança Gil e Luísa Costa Gomes junta-se de novo num musical. Desta vez, juntam-se hinos, marchas, canções portuguesas de cariz fascista a temas religiosos e revolucionários do 25 de Abril.
De 23-04-2009 a 25-04-2009 - Quinta a sábado às 21h30 - 10€ a 15€

terça-feira, 14 de abril de 2009

Agora o Monstro

Dias 24, 25, 28, 29, 30 de Abril, 1 e 2 de Maio 2009,
às 21h30 no salão nobre do IST.


Inspirado no
Sono do Monstro de Enki Bilal, Agora o Monstro é uma estória a muitas vozes, memórias individuais e colectivas sobre um tempo que não se quer perpetuar.

Como recomeçamos? Em cada um de nós e todos juntos, avançamos, confundindo-nos com o nosso reflexo, lutando por novas personagens.

Reservas: 96 998 2929 e 91 942 7444
Mais Informação em http://teatro.ist.utl.pt/pecas/monstro.

Patrocínio:
Combitubos, Lda
Apoios: UTL, IST, AEIST, BPI, Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro o Bando, Junta de Freguesia de S. João de Deus, Junta de Freguesia de S. Jorge de Arroios

terça-feira, 17 de março de 2009

RIR TENDO CONSCIÊNCIA DA TRAGÉDIA

20 a 29 de Março
SEX.SAB.DOM.22H

CASA CONVENIENTE
Rua Nova do Carvalho, 11 - Cais do Sodré

Info e Reservas: 962 352 058 / 917 054 550
Bilhete: 6 €


E SE DE REPENTE DISSÉSSEMOS TUDO AQUILO QUE QUISÉSSEMOS?
NO CAOS OS CORPOS DESMANCHAM-SE, DISPARAM TUDO AQUILO QUE JÁ NÃO CONSEGUEM GUARDAR, EXPÕEM-SE ENTRE A IRONIA E O ESPAÇO SEM REDE.
O QUE É QUE FICA? EM VOLTA DESTA PERGUNTA CONSTRUÍMOS POSSIBILIDADES E NÃO RESPOSTAS.
ÁS VEZES DAMOS POR NÓS A RIR DE UM CORPO CANSADO. NÃO. NÃO QUEREMOS SINTETIZAR O CESARINY. NÃO QUEREMOS UM ELOGIO AO MORTO. NÃO QUEREMOS SER DIDÁTICOS. QUEREMOS APENAS UM ENCONTRO INESQUECÍVEL QUE SE PRETENDE FUGAZ E INTENSO. É UM ESPECTÁCULO PARA INOCENTES E CULPADOS, PARA PARVOS E INTELIGENTES. É UMA DANÇA COM UM DELÍRIO CHAMADO CESARINY.



Criação e Interpretação | Catarina dos Santos, Miguel Raposo, Lydie Bárbara, Patrícia Couveiro, Rodolfo Teixeira, Sofia Dinger, Sónia Balacó, Tiago Vieira
Atracção Internacional | Carlos Justo
Participação Especial | David Almeida
Música ao vivo | Miguel Raposo
Produção | Há.que.dizê.lo


Há.que.dizê.lo
Rodolfo Teixeira
[+351 96 235 20 58
]
www.haquedizelo.blogspot.com


Há.que.dizê.lo
A associação cultural há.que.dizê.lo surge em 2006 por iniciativa de seis jovens cujos percursos se cruzaram no grupo de teatro 2º a Circular/Tearte (Escola Superior de Comunicação Social). Com formações diferentes (audiovisual, publicidade, jornalismo, teatro, artes do espectáculo) une estes jovens a vontade de criar, experimentar e agir em nome da liberdade de expressão.
No 2º a Circular participaram em:
Quando o jantar bate à por
ta, em Maio de 2004, no Café Teatro Santiago Alquimista e no Teatro Municipal Maria Matos no âmbito do FATAL 2004 (Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa)
No Exercício-espectáculo, Seremos todos gemas?, a partir de Monty Pyton com a direcção de Ricardo Gageiro e em cena no Cine-Teatro da Covilhã, Teatro Estúdio Mário Viegas e Sociedade de Instrução Guilherme Coussoul (no âmbito da Semana da Juventude organizada pela Câmara Municipal de Lisboa)
No espectáculo (A)Tentados de Martin Crimp, com a direcção de Ricardo Gageiro, em Maio de 2005. Em cena do Centro Cultural Fraciscanos, no Teatro da Politécnica, inserido no FATAL 05 e na 7ª Mostra-te no Teatro Taborda.
Em Maio de 2007 no espectáculo Instantâneos da Morte, uma criação colectiva com encenação da actriz e encenadora Joana Craveiro no Pavilhão 27 do Hospital Júlio de Matos e âmbito do FATAL 07 no Teatro da Politécnica.

A primeira produção do há.que.dizê.lo surgiu em Janeiro de 2006 com Skazinho, que consistiu num vídeo de homenagem a um músico português, Alex Figueira, fundador da banda Contratempos, que foi morar para Amsterdão, trabalhar numa editora World Music e tirar um mestrado em estudos de cânticos africanos. No mesmo mês o grupo participou no workshop Na Rua, ministrado por Miguel Moreira do Teatro Útero, que culminou com uma performance individual de cada um dos elementos do grupo.
A primeira apresentação pública oficial do grupo surge em Março de 2006, no âmbito da semana da juventude de Lisboa com Manifesto, uma desculpa para dormir na casa dos outros, que teve lugar no 3rceiro andar do Chiado.
Em Outubro de 2006 o grupo fez a primeira apresentação na Mostra de Teatro Mostra-Te com o exercício Work in Progress - Cesariny ou o Cavaleiro Andante, que consistiu na apresentação ao público da primeira fase do processo de construção do espectáculo Rir Tendo Consciência da Tragédia a partir do universo de Mário Cesariny. Este espectáculo estreou em Maio de 2008, na Casa Conveniente
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

STOMPPPPPP


Os STOMP, já bem conhecidos pelo público português, caracterizam-se pelo ritmo e movimento de corpos, objectos e sons aos quais não se consegue ficar indiferente!

Concebido a partir de teatro de rua, cheio de humor, ritmo e com um sapateado exuberante, STOMP é o espectáculo ideal para reunir pessoas de todas as idades e gostos.
Para eles, a beleza e a música são uma constante quotidiana, presente em tudo. Das botas aos baldes, das tampas dos caixotes de lixo aos isqueiros e vassouras, dos lava-loiça aos garrafões, tudo é motivo e base para o movimento e o som. Com mais de 15 anos de vida, os STOMP deixaram de ser um fenómeno teatral britânico para serem um sucesso mundialmente aclamado.

O Café

O Teatro Nacional São João, no Porto, recebe uma peça adaptada por Nuno M Cardoso, a partir de Fassbinder. Num café como cenário (entre casa de jogo e bordel) trocam-se conversas sobre gangsters, ladrões, minas de ouro e banalidades. De 6 a 22 de Fevereiro no Teatro Nacional São João, no Porto.Toda a conversa é ouvida por Lisaura, que exige presentes em troca do seu silêncio.

3f a sábado, 7€ a 15€

A Cidade dos que Parte,

Começou por ser uma encomenda do Teatro Nacional São João ao Teatro da Palmilha Dentada. O objectivo era fazer um musical sobre o Porto. O grupo fez uma tragicomédia cantada que fala do Porto, mas também se refere a muitas outras cidades. De 30 de Janeiro a 28 de Fevereiro.A partir de memórias e tradições do Porto (o Enterro do Bacalhau ou a Queima de Judas), com pós de "britcom" e teatro musical, o Teatro da Palmilha Dentada, de canção em canção, fala do Porto e de outras urbes. Com humor, mas também muita sátira à mistura